Cidade soma 16 mil casos confirmados e 12 mortes em 2025, segundo o Núcleo de Informações Estratégicas da Saúde (NIES)
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O avanço da dengue em Presidente Prudente tem provocado uma sobrecarga nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que enfrentam uma alta demanda de pacientes com sintomas da doença. Com 16 mil casos confirmados e 12 mortes em 2025, o impacto sobre a rede pública de saúde é evidente, especialmente nas UPAs dos bairros Ana Jacinta e Jardim Guanabara, onde uma em cada cinco consultas recentes está relacionada à dengue.
Entre fevereiro e março, essas unidades atenderam, juntas, 28 mil pessoas — sendo que 22% dos atendimentos na UPA Ana Jacinta e 16% na UPA do Jardim Guanabara foram por arboviroses. Essa intensa procura tem levado à superlotação e à exaustão das equipes médicas, agravada pela circulação do sorotipo 2 do vírus, que tende a causar quadros mais graves da doença.
Com cerca de 70% da população dependendo exclusivamente do SUS, o sistema municipal opera no limite. Apesar das 33 portas de entrada para o atendimento público na cidade, a pressão sobre as UPAs é crescente. Profissionais de saúde alertam para a urgência no combate aos criadouros do mosquito e reforçam que a busca por atendimento precoce é essencial para evitar complicações e aliviar a carga sobre o sistema.
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