Homem ficou conhecido ao ser detido em protesto contra a Copa do Mundo, em 2014
O brasileiro Rafael Marques Lusvarghi, de 36 anos, foi preso no último sábado (8) com drogas e munições, em Presidente Prudente.
Porém o histórico de prisões dele é muito maior. Rafael ficou conhecio por ser detido no protesto contra a Copa do Mundo, em junho de 2014, na cidade de São Paulo.
Ele enfrentou os policiais, levou diversos tiros de borracha e foi contido pela Polícia Militar. Na época, foi acusado de ser adepto da tática Black bloc (consiste na destruição de patrimônios públicos para protestar)e ficou preso por 45 dias. Mas a Justiça de São Paulo o absolveu dos crimes de incitação ao crime, associação criminosa, resistência, desobediência e porte de material explosivo.
Rafael foi solto em setembro de 2014 e viajou para a Ucrânia. Lá, foi primeiro brasileiro a se juntar às tropas separatistas. Entre setembro de 2014 e outubro de 2015, lutou contra o exército ucraniano ao lado de tropas rebeldes que queriam a independência política de duas regiões do país.
Como não ocorreu, o ex-combatente retornou ao Brasil após o cessar-fogo. Porém aceitou uma proposta de trabalho como segurança de navios ucranianos. E ao desembarcar, em 6 de outubro de 2016, no Aeroporto Internacional de Kiev-Borispol, na Ucrânia, Rafael foi preso acusado de ser terrorista.
Pela lei ucraniana, o fato do brasileiro ter lutado contra o exército da Ucrânia caracterizou terrorismo e Rafael foi acusado de ser “mercenário” e “assassino profissional”.
Ele ficou detido por mais de um ano até receber liberdade provisória. Em 25 de janeiro de 2017, o brasileiro foi julgado pela primeira vez na Ucrânia por terrorismo e condenado a 13 anos de prisão.
A defesa de Rafael, porém, recorreu, alegando que houve diversas irregularidades no processo. A Justiça da Ucrânia então anulou aquele julgamento e a sentença.
Já em novembro de 2017, um tribunal ucraniano determinou um novo julgamento e pouco mais de um mês, Rafael foi solto.
Fonte: (Foto de Robson Fernandes/Arquivo Estadão Conteúdo - 12/06/2014)
Operação apura possível dispensa indevida de licitação para concurso público em 2023.
Crime envolveu arma de fogo e faca, e está sendo investigado pela Deic em Presidente Prudente.
Armamento incluía fuzis de uso restrito e munições de alto calibre
Droga estava escondida em meio a carga de arroz; veículo foi interceptado após perseguição
Polícia investiga autoria e motivação do crime após vítima ser atingida por disparos em via pública, em noite de sexta-feira (29).