Orçamento deve ser reformulado para evitar crime fiscal do governo
O Governo Federal terá que cortar quase R$ 32 bilhões no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional se não quiser furar o teto de gastos.
Um cálculo realizado pela Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do Senado Federal, aponta o valor extra no orçamento. De acordo com a nota técnica, o teto de gastos será de R$ 107,2 bilhões. A previsão com as despesas discricionárias, aprovadas pelos parlamentares, é de R$ 139,1 bilhões.
O orçamento, que passou pelo Congresso, destinou R$ 26 bilhões para emendas parlamentares. Além disso, remanejou recursos do seguro-desemprego e do abono salarial para as Forças Armadas.
O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PP-AM), informou que o orçamento deverá ser reformulado para evitar crime fiscal do governo.
A ideia é que o presidente Jair Bolsonaro vete parte do orçamento. Recentemente, parlamentares enviaram o orçamento para o Tribunal de Contas da União (TCU). O pedido é para que o TCU avalie os gastos deste ano.
Fonte: Rede de Notícias Regional
Dados do CAGED mostram queda no número de vagas na cidade, com exceção do comércio, que registrou crescimento no número de contratações.
Farinha, principal insumo, ficará mais cara devido à importação de trigo; aumento preocupa consumidores.
Primeira parcela paga até sexta e segunda parcela a partir de 1º de dezembro; trabalhadores devem ficar atentos à tributação e cálculos proporcionais.
Vitalino Crellis, presidente do Sincomércio